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FIINSA: da Amazônia para o mundo
Desde sua criação, em 2018, o FIINSA se firmou como um espaço essencial de diálogo e ação em torno de investimentos de impacto e negócios sustentáveis na Amazônia. Mesmo com a pausa provocada pela pandemia, que adiou sua segunda edição para 2022, o festival voltou ainda mais forte em 2024, ampliando conexões e consolidando seu papel como referência no ecossistema de impacto.
Em 2025, o FIINSA ganhou ainda mais potência, realizado de forma especial durante a COP30, no dia 10 de novembro, em Belém (PA).
Ao longo de suas edições, o Festival tem reunido empreendedores, investidores, lideranças comunitárias, academia, setor público e privado, valorizando sempre a perspectiva que nasce da própria região e ecoa para o mundo. Palestras, diálogos temáticos, feira de empreendedores, rodadas de negócios, sessões de pitch, visitas presenciais e muito mais marcam sua programação, reforçando o caráter diverso e inovador do evento.
Realizado pelo Impact Hub Manaus e Idesam, em parceria com uma rede essencial de apoiadores, o FIINSA segue com o mesmo compromisso que o move desde o início: construir soluções conectadas com pessoas e territórios e projetar a Amazônia como centro de inovação para o futuro do planeta.
FIINSA de 2018 a 2025: uma trajetória potente com muita inovação, impacto e compromisso com o futuro da Amazônia. Onde fazer fala mais alto
O evento, que nasceu como Fórum e se transformou em Festival, deu um grande salto em participação e impacto entre suas edições
*Programação sujeita a alteração
Sala Terra Firme
9H00
ABERTURA: Da Amazônia para o mundo: soluções reais para uma economia de baixo carbono
A floresta como protagonista do futuro do planeta
9H45
PAINEL 1: Capital que alavanca impacto: como garantir resultados reais?
Como fazer o dinheiro realmente trabalhar pelo território
11H00
PAINEL 2: Quem senta à mesa: equilibrando forças no ecossistema amazônico
Distribuição de poder e decisão: quem está construindo essa nova economia?
12H15
Almoço e Lançamento da Chamada Internacional Fundo Bezos
Sala Igapó
14H00
PAINEL 3: Cadê a indústria da Amazônia?
Caminhos necessários para transformar matéria-prima em valor local
15H15
Intervalo
15H30
PAINEL 4: Se a bioeconomia é o caminho, por que ela ainda tropeça?
Saúde dos negócios. Os gargalos atuais que impedem escala, permanência e viabilidade
16H45
Intervalo
17H00
PAINEL 5: O que está funcionando? Caminhos reais para a autonomia econômica
Exemplos do que é possível e já está acontecendo – aprendizados reais da autonomia econômica
Sala Paralela (1° andar)
15H00
OFICINA ZÔMA: Geração de negócios com comunidades, ciência e mercado
Sala Terra Firme
14H00
RODA A: Negócios no ritmo da floresta: como crescer sem atropelar culturas?
O desafio de empreender respeitando ritmos e modos de vida dos territórios
15H30
RODA B: E quem fica? Juventude e os futuros das economias amazônicas
O desafio da permanência e continuidade das cadeias produtivas da floresta
17H00
RODA C: Pontos cegos da nova economia da Amazônia: em que não estamos prestando atenção?
Expandir o olhar: práticas e setores que também constroem economia da Amazônia
18H30
Falas de encerramento
19H às 22H
Festa de Encerramento

Engenheiro Florestal pela Universidade do Estado do Amapá – UEAP (2010), Mestre em Desenvolvimento Regional pela Universidade Federal do Amapá – UNIFAP (2020) e Doutorando em Políticas Públicas pela Universidade Estadual do Ceará – UECE (2022). Atual presidente da Cooperativa Amazonbai.

Paraense, Mestre em administração pública com enfoque em desenvolvimento econômico pela Columbia University/SIPA e bacharel em Direito pela Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, Ana Cláudia possui experiência em desenho e implementação de projetos de desenvolvimento social em Governos Estaduais, Municipais e terceiro setor, passando por cargos como Secretária Adjunta de Assistência Social, Coordenadora de Concessões do Estado do Pará e Diretora da Conexsus EUA. Bolsista da Fundação Lemann, Person of the Year Fellow 2022 da Câmara de Comércio Brasil Estados Unidos, Lemann Innovation and Social Enterpreneur 2023, delegada do World Bank Youth Summit, alumni do Vetor Brasil, bolsista Prolider e menção honrosa no Prêmio Miranda Rosa de Qualidade.

Bruna De Vita é Diretora do Departamento de Políticas de Estímulo à Bioeconomia, da Secretaria Nacional de Bioeconomia do MMA. É mestre em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural pela UnB, engenheira agrônoma e analista ambiental Instituto Chico Mendes, tendo acumulado extensa experiência na condução de projetos voltados a unidades de conservação, povos e comunidades tradicionais, produção e manejo sustentável e sociobioeconomia. A Diretora atua na linha de frente de três agendas estratégicas do Ministério do Meio Ambiente: a formulação do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia, o Plano Nacional de Sociobioeconomia e a regulamentação da Política de Pagamento por Serviços Ambientais.

Caetano Scannavino Filho, empreendedor social com mais de 30 anos de atuação na Amazônia, é coordenador da ONG Projeto Saúde & Alegria – PSA (www.saudeealegria.org.br) e membro da coordenação do Observatório do Clima. Nascido em São Paulo/SP, se profissionalizou nas áreas de vídeo e fotografia, tendo se mudado para Amazônia em 1988 para apoiar o inicio das ações do PSA, ajudando na época a estruturar o setor de Comunicação Social. Atualmente, integra sua coordenação geral. A partir dos resultados alcançados, prêmios e reconhecimentos obtidos pelo trabalho do PSA, vem sendo demandado de forma crescente para disseminar suas experiências, assessorar processos de transferência de tecnologias socioambientais junto à outras Instituições, bem como integrar novas frentes, redes e articulações afins em prol de um futuro mais harmônico, inc

Consultora, palestrante e pesquisadora dedicada à sociobioeconomia amazônica. Sou fundadora do Caminho da Mata, empresa de serviços de consultoria. Desde 2015, atuo em projetos de cadeias de valor na Amazônia, trabalhando com associações, cooperativas e negócios em mais de 30 municípios do Estado do Pará e Amapá, em iniciativas de aceleração, incubação e pesquisa.

Carlos Gabriel Koury, engenheiro florestal com mais de 20 anos de atuação em agendas de desenvolvimento socioeconômico na Amazônia. No Idesam desde 2006, atualmente é Diretor de Inovação em Bioeconomia do Idesam, promovendo inovação nas cadeias produtivas amazônicas e supervisionando o Programa Prioritário de Bioeconomia, agenda da SUFRAMA/MDIC que o Idesam é o Coordenador.

Cláudio Alberto Castelo Branco Puty é economista, PhD em Economia pela The New School for Social Research (Nova York) e professor da Universidade Federal do Pará (UFPA). Atua nas áreas de macroeconomia, desenvolvimento regional e economia da Amazônia. Foi deputado federal e secretário de Estado no Pará. Atualmente coordena iniciativas voltadas à bioeconomia e à infraestrutura sustentável na Amazônia, como o Distrito de Inovação em Bioeconomia de Belém (DIBB) e o Centro de Financiamento Climático – CFC-GS, além de pesquisas sobre integração produtiva pan-amazônica em parceria com instituições como IPEA, IICA e WRI Brasil.

Daniel Contrucci é co-CEO e cofundador da Climate Ventures, empreendedor social com mais de 15 anos de experiência como fundador, mentor e investidor. Formado em Administração de Empresas e Artes Liberais, possui especialização do MIT em Teoria U e Inovação Sustentável. Com sua expertise em inovação, conduz projetos estratégicos para acelerar a transição justa para uma economia verde, regenerativa e próspera. Atualmente, lidera frentes como o programa Amazônia em Casa, Floresta em Pé, o Lab de Inovação em Justiça Climática e a secretaria executiva do Nature Investment Lab.

Danielle Amaral, Engenheira de alimentos, mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos e especialista em Vigilância Sanitária e Qualidade dos Alimentos. É fundadora da Tekohá Cosméticos Regenerativos, startup amazônica que desenvolve maquiagens e cosméticos sustentáveis formulados com bioativos da floresta, unindo ciência, inovação e impacto socioambiental.

Denis Benchimol Minev é diretor-presidente da Bemol, maior varejista da Amazônia Ocidental, com investimentos também em logística, telecomunicações e serviços financeiros. Além disso, ele investe em fundos e startups com foco em empreendedorismo sustentável na região. É enviado especial da COP-30 em Belém para o setor privado amazônico, lidera uma força-tarefa sobre a Amazônia no BID Invest e é membro do High-level Advisory Council on Jobs do Banco Mundial. Denis é co-fundador de duas ONGs: o Museu da Amazônia (MUSA) e a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), e foi reconhecido como Young Global Leader pelo Fórum Econômico Mundial. Anteriormente, atuou como Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas e trabalhou como analista financeiro na Goldman Sachs. Denis é formado em economia pela Universidade Stanford e possui MBA por Wharton.

Eli Minev Benzecry é estudante do ensino médio e jovem pesquisador amazonense, apaixonado pela Amazônia. Interessado em ciência, sustentabilidade e inovação, desenvolve projetos focados em segurança alimentar e valorização da sociobiodiversidade regional. É autor do livro Amazônia Chibata: Ariá, cujo projeto foi premiado na Mostratec 2024 e selecionado para representar o Brasil na Regeneron ISEF 2025 (International Science and Engineering Fair). Reconhecido por seu protagonismo, foi nomeado Jovem Transformador Ashoka 2025.

Eliza atua com turismo de base comunitária e atua como ativista pela justiça climática, comunicando a realidade da Amazônia e desconstruindo estereótipos. Participa do Movimento Refloresta e integra o grupo MUSA, com iniciativas de criação de peixes em tanques flutuantes e manejo de abelhas sem ferrão, promovendo a sustentabilidade e a bioeconomia circular para fortalecer a comunidade tanto economicamente quanto socialmente. Ela é integrante da comunidade do rio Arapiuns, onde a economia local depende da agricultura familiar e da pesca artesanal. Neste painel ela representa também outras 10 jovens participantes do projeto Filhas da Floresta, que registram em websérie seus pontos de vista como mulheres amazônidas de 6 estados diferentes da Amazônia.

Ellen Acioli nasceu e cresceu na Amazônia. É graduada em Ciências Biológicas pela UFG, especialista em Projetos Sustentáveis e Mudanças Climáticas pela UFPR e mestre em Zoologia, com ênfase em Ecologia e Conservação, pela UFPA. Com 18 anos de experiência, dedica-se à proteção das florestas tropicais e à valorização das culturas e dos modos de vida dos povos da Amazônia, atuando na interface entre conservação socioambiental, justiça climática e desenvolvimento sustentável. Cofundadora da Associação de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós, possui trajetória em articulação com comunidades tradicionais, captação de recursos e fortalecimento de iniciativas de impacto. Atuou na Conservação Internacional Brasil (CI-Brasil) e como coordenadora programática na Fundación Avina, liderando agendas de justiça climática e protagonismo dos povos da floresta. Atualmente, é especialista setorial para a Amazônia no BID, contribuindo para estratégias de bioeconomia voltadas a povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais da região.

Advogada e jornalista, é integrante do Columbia Women Leadership Network, da Columbia University, e especialista em gestão de programas, projetos e políticas públicas. Com 15 anos de experiência nos setores público, privado e social, atuou em empresas como Deloitte, Loggi e Coca-Cola. Desde 2021, dedica-se exclusivamente ao terceiro setor e hoje é head de Gestão de Filantropia na Sitawi, onde lidera a estratégia e desenvolvimento de parcerias e a gestão financeira e de portfólio dos fundos filantrópicos da Organização.

Atualmente é Policy Lead ESG no CDP, atuando junto a governos e organizações multilaterais na agenda de sustentabilidade e políticas públicas. Possui experiência na Loggi e no Centro de Liderança Pública (CLP), com foco em inovação, gestão pública e impacto socioambiental. É mestre pela Universidade de Maastricht, com pesquisa voltada a finanças sustentáveis.

Gilberto Nobumasa é engenheiro mecânico e fundador da Fortparaoil, bioindústria amazônica que transforma óleos e manteigas vegetais em ingredientes de alto valor agregado para os setores cosmético, alimentar e farmacêutico. Neto de imigrantes japoneses, une tecnologia, ancestralidade e sustentabilidade na criação de cadeias produtivas que regeneram a floresta e fortalecem comunidades ribeirinhas e indígenas. Atua também à frente da Arumã Amazônia Ancestral, iniciativa que valoriza o saber tradicional e o protagonismo feminino na bioeconomia amazônica.

Ilana Minev, graduada em administração pela Universidade de Miami, com MBA em Gestão e Business Law pela FGV. Atua em temas relacionados à varejo, governança e terceiro setor. Investidora anjo em startups e aceleradoras com foco no desenvolvimento sustentável da Amazônia. Atualmente, é Presidente do Conselho de Administração da Bemol e membro dos Conselhos da FBN (Family Business Network), Vagalume, FAS (Fundação Amazônia Sustentável) e GACC (Grupo de Apoio à Criança com Câncer). Além de sua carreira profissional, exerce seu papel favorito: ser mãe do Samuel e do Eli.

Na Ilha do Combu, em Belém do Pará, Izete Costa, mais conhecida como Dona Nena, cultiva o cacau orgânico e fabrica um dos chocolates mais saborosos do Brasil. Esta produtora rural criou a marca Filha do Combu e se tornou uma empreendedora-símbolo da força da mulher ribeirinha. Sua proposta é oferecer chocolates puros e saudáveis, utilizando na composição apenas 2 ingredientes: cacau e açúcar orgânico, sem adição de leite, corantes, conservantes ou aromas artificiais. Com este modelo de negócio, Dona Nena mostra que é possível desenvolver projetos sustentáveis que preservam a floresta em pé e respeitam os saberes ancestrais dos povos amazônicos.

Joana Oliveira de Oliveira é gerente de Pan-Amazônia e Bioeconomia no WRI Brasil e secretária executiva da Rede Pan-Amazônica pela Bioeconomia. É graduada em Relações Internacionais e mestre em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Possui ampla experiência nas áreas de comunicação, engajamento e mídia, tendo atuado em organizações públicas, privadas e da sociedade civil no Brasil.

Empreendedora, pesquisadora, consultora, palestrante e articuladora em prol do alimento e da gastronomia amazônica. Fundadora e diretora da Manioca, industria de impacto que está colocando ingredientes amazônicos, como tucupi, shoyu amazônico e molho de pimenta, no Brasil e no mundo e Diretora-Executiva do Instituto Paulo Martins, instituição da sociedade civil que atua com promoção e educação da gastronomia amazônica.

João Piedrafita é cofundador da Água Camelo, startup de impacto socioambiental brasileira que garante o acesso à água potável para comunidades em situação de vulnerabilidade. Hoje, a organização está presente em 21 estados do país, impactando mais de 125 mil pessoas diariamente. Na Água Camelo, João é responsável pelas relações institucionais, atuando na articulação com governos, empresas e comunidades, conduzindo parcerias estratégicas e iniciativas de políticas públicas que ampliam o alcance e a sustentabilidade das soluções em todo o território nacional. Acreano, dedica sua trajetória ao desenvolvimento de tecnologias sociais e soluções sustentáveis voltadas ao acesso à água em territórios rurais, indígenas e urbanos.

José Damasceno é indígena Karipuna da aldeia Açaizal, localizada na Terra Indígena Uaçá, no Oiapoque (AP). É coordenador da Uasei – Associação dos Povos Indígenas do Oiapoque, que reúne os povos Karipuna, Galibi Marworno, Galibi Kali’na e Palikur. A Uasei atua no fortalecimento das cadeias produtivas do açaí e do artesanato, promovendo a valorização cultural, a conservação das florestas e o protagonismo indígena por meio da inovação e dos saberes tradicionais. Em 2025, a Uasei foi reconhecida com o Prêmio Equator do PNUD, sendo o único projeto brasileiro selecionado nesta edição.

Julia Moutinho é amazônida, consultora da Iniciativa Amazônia +10 e no projeto do Centro de Sociobioeconomia do Pará, iniciativa âncorada no Plano Estadual de Bioeconomia – PLANBIO. Multiplicadora B do Sistema B Brasil, pós Graduanda em Desenvolvimento Sustentável e Economia Circular pela PUC/RS e jornalista pela UFPA. Desde 2016 atua na gestão de projetos com foco em desenvolvimento sustentável e na agenda socioambiental na Amazônia, com experiência no setor privado, público e terceiro setor.

Juliana Teles é cofundadora do Impact Hub Manaus, da Azô Capital de Impacto e co-idealizadora do Fiinsa — Festival de Investimentos de Impacto e Negócios Sustentáveis na Amazônia. Como mulher amazônida, tem como missão fortalecer negócios de impacto, conectar pessoas, destravar capital e abrir novas oportunidades para a região, desejando que ela seja cada vez mais justa e segura para suas populações. É conselheira da Associação do Polo Digital de Manaus e integra as turmas de 2025 da Columbia Women’s Leadership Network (CWLN) e da Rede de Líderes da Fundação Lemann. Formada em Jornalismo, sua visão de mundo foi moldada por experiências diversas na AIESEC Manaus, no Brasil e em Uganda, no programa Guerreiros Sem Armas e no Global Shapers Manaus. Juliana acredita no potencial único da Amazônia e atua para que a região seja reconhecida como um polo de inovação social e de soluções capazes de transformar realidades — especialmente para quem vive nela.

Engenheira Florestal pela Universidade Federal do Acre (UFAC) com pós graduação em Gestão Florestal pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Como Bolsista do Programa Chevening Awards (UK) é Mestre em Economia Regenerativa pela Schumacher College/University of Plymouth (UK). Possui mais de 15 anos de experiência com e na Amazônia, atuando em organizações como UNESCO, WWF-Brasil, CIFOR, Forest Trends, ICMBio e Governo do Acre. Sua trajetória combina empreendedorismo, gestão de projetos, fortalecimento de cadeias da sociobiodiversidade e desenho de modelos inovadores de negócios comunitários e de bioeconomia. Atualmente trabalha com Idesam na Iniciativa Zôma.

Com mais de 16 anos de experiência desenhando e liderando estratégias de impacto e sustentabilidade corporativa, se destaca pela visão estratégica e pela articulação de soluções inovadoras e colaborativas para desafios socioambientais. Com formação em ciências econômicas e geografia, lidera desde 2017 a estratégia de sustentabilidade do Mercado Livre no Brasil, onde estruturou a área e implementou diversas iniciativas de acesso a mercado, inclusão (produtiva e financeira) e desenvolvimento sócioeconômico, como a categoria Latam de Produtos Sustentáveis do Marketplace, o Programa Ganhaê de Educação Financeira para Mercado Pago e o reconhecido Programa Biomas a um Clique de acesso à mercado para produtos da sociobioeconomia.

Letícia Helena Leal é Engenheira de Produção e MSc em Ciência de Dados com ênfase em Inteligência Artificial, com experiência na coordenação de projetos de impacto em Belém. Sua atuação integra tecnologia, análise de dados e sustentabilidade, com foco no território amazônico. Em sua pesquisa, desenvolveu um índice de vulnerabilidade climática baseado em gênero, unindo modelagem estatística, IA e análise geoespacial para subsidiar a formulação de políticas públicas e estratégias de adaptação climática.

Trabalha por justiça climática para o bem viver em cidades e comunidades na Oca Amazônia, onde é Diretora Executiva, liderando projetos de infraestruturas comunitárias e resilientes, educação popular e fortalecimento de comunidades, Especialista em gestão pública, arquiteta urbanista, atualmente está como vice curadora do Global Shapers Manaus.

Gestor Ambiental formado pela ESALQ- USP e com especialização em Gestão de Negócios Socioambientais pela Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade (ESCAS) (CEATS) em parceria com o CEATS da FEA-USP. Com experiência no desenvolvimento de padrões de certificação e verificação socioambientais nas cadeias agropecuárias no Brasil e Costa Rica, desde 2017 se dedica a agenda de criar soluções multiatores para sociobioeconomia na Amazônia. Atualmente é Gerente da Rede Origens Brasil®no Imaflora, uma rede premiada pela ONU que visa promover novos modelos de negócios na Amazônia, com rastreabilidade, transparência e valorização de populações tradicionais e povos indígenas.

Graduação em Licenciatura em Educação Básica Intercultural, na Universidade Federal de Rondônia/UNIR. É professor nas disciplinas de Geografia e História na Escola Indígena Estadual de Ensino Fundamental e Médio Sertanista Jose do Carmo Santana na aldeia Gapgir, na Terra Indígena Sete de Setembro, município de Cacoal/RO. Atua no Grupo de Pesquisa em Educação na
Amazônia (GPEA), na Linha de Pesquisa Antropologia Etnopedagógica e currículo; Grupo de Pesquisa EDUCA e Grupo de Pesquisa Geografia Ambiental/UNIR/CNPQ. Idealizador e coordenador do Museu Indígena Paiter A Soe, onde trabalha educação patrimonial da cultura material e imaterial e valorização do etnoconhecimento Paiter, projetos da sociobiodiversidade como etnoturismo, soberania alimentar, emergência climática entre outros. Ganhador do Prêmio Professor Nota 10 (Fundação Victor Civita) em 2016 e ganhador do Prêmio Professores do Brasil em 2018 (MEC). Articulador da Rede Indígena de Memória e Museologia Social da Região Norte. Coordenador de campo da Associação Gap ey do Povo Indígena Paiter Surui. Autor, tradutor e Ilustrador de vários livros indígenas, recentemente lançou o livro Na Imensidão da Floresta: Gakamam Suruí e suas memórias, onde conta a história do povo Paiter, baseado na memória oral do seu pai antes do contato.

Co-fundador ForestiFi e Diretor de Inovação em Bioeconomia da Navegam. Mestre em Agronomia Tropical e Eng. Agronômo. 30 under 30 pela revista americana Greenbiz que reconhece as lideranças em negócios sustentáveis no mundo. Top Innovator pelo Up Link do Fórum Econômico Mundial. Vice-presidente do conselho da Associação do Polo Digital de Manaus.

Formada em Comunicação Social pela UFF, tem mestrado em Comunicação e Cultura pela UFRJ e especialização em Gestão de Negócios na Fundação Dom Cabral (FDC). Atua há mais de 25 anos na área socioambiental, acompanhando a evolução da agenda da sustentabilidade e de mudanças climáticas. Já trabalhou com comunicação corporativa, estratégia de redes, engajamento, relações institucionais, gestão de projetos socioambientais e apoio a negócios de impacto. Tem grande experiência em iniciativas no bioma Amazônia. É membro do Conselho Estratégico da Latimpacto, e do Conselho da Escola de Negócios do Cesupa. Trabalha na Vale desde 2011. Atualmente é Gerente Amazônia e Parcerias do Fundo Vale e está coordenando a estratégia Amazônia para legado positivo da empresa.

Trabalhamos com Óleos e Manteigas Vegetais voltados para cosméticos e outros produtos que envolvem aproveitamento de alguns resíduos. Temos a missão de promover o desenvolvimento sustentável na região da calha do rio Purus e seus afluentes, por meio de práticas de extrativismo responsável, que respeitam o meio ambiente e as comunidades locais, seus costumes e suas tradições.

Marcus Bessa, educador Físico e Licenciado em Letras encontrou, no setor dois e meio, a forma de mudar o mundo. Co-fundador e Presidente da AIESEC Manaus em 2010, fez seus intercâmbios na Índia e na China para aprender mais sobre negócios de impacto, na fonte. De volta a Manaus, trabalhou como consultor de negócios da Singulari Consultoria, empresa especializada em desenvolvimento organizacional e fez sua especialização em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios, na Fundação Getúlio Vargas. Foi Curador do Global Shapers Manaus e Presidente do Impact Hub Brasil. Co-fundador do Impact Hub Manaus e Azô Capital de Impacto; e co-idealizador do Fiinsa – Festival de Investimentos de Impacto e Negócios Sustentáveis na Amazônia. É apaixonado por criar oportunidades, porque acredita no empreendedorismo como ferramenta de transformação social e porque quer colocar a Região Norte nos trends como lugar onde coisas positivas acontecem!

Marlena Soares é uma autêntica ribeirinha, nascida na comunidade Irateua, às margens do rio Amazonas, em Juruti (PA), e mantém hábitos tradicionais como o banho de rio e o apreço por peixes com farinha. Formada em Gestão Ambiental pela Universidade da Amazônia (UNAMA), especialista em conhecimento empírico, possui mais de uma década de experiência em iniciativas que impulsionam a sociobioeconomia na Amazônia, ela acredita que suas raízes e vivências a guiaram para se tornar uma empreendedora cultural no Instituto Regatão Amazônia.

Mauro Costa é Eng. Agrônomo, Mestre em Agricultura Tropical. Ao longo de 24 anos de carreira profissional, trabalhou em ONGs, instituições governamentais, universidades e centros de pesquisa, sempre valorizando relacionamentos, desenvolvendo pessoas e criando oportunidades de negócios sustentáveis. Há 18 anos na Natura é responsável pelo planejamento estratégico e implementação das Cadeias da Sociobiodiversidade para Natura na LATAM.

Com 16 anos de experiência em sustentabilidade, inovação e cooperação internacional, Melissa Sendic atua na construção de soluções para desafios socioambientais complexos, com foco no protagonismo das comunidades tradicionais e na conservação de biomas como a Amazônia e o Cerrado. Engenheira Ambiental com mestrado pela Sorbonne em Ciência e Tecnologia, foi responsável por desenvolver portfólios de impacto no Laboratório de Inovação do Banco Interamericano de Desenvolvimento e por liderar cooperação com países africanos na Agência Brasileira de Cooperação. Atualmente, é Program Officer da Climate and Land Use Alliance em Economias da Floresta e Inovação, onde articula parcerias estratégicas e impulsiona soluções colaborativas entre atores brasileiros e internacionais.

Nick Oakes é cofundador de Impact Earth, uma nova organização 100% dedicado ao investimento de impacto e inovação em escala e consultor de investimentos do Amazon Biodiversity Fund (ABF), um fundo de impacto pioneiro dedicado ao investimento na biodiversidade e comunidades na Amazônia Legal do Brasil. Ele tem quinze anos de experiência em financiamento de carbono, investimento de impacto, terceiro setor e empreendedor. Anteriormente ele era Diretor de Investimentos na Mirova Natural Capital / Althelia Ecosphere, morou e trabalhou na América Latina e atualmente reside em Londres. Ele e foi formado Mestrado de Tecnologia Ambiental pelo Imperial College London, Mestrado de Física pela University of Manchester e CFA Level I.

Noanny Maia é uma mulher afropanamazônica, nascida em Mocajuba, no Pará. Empreendedora, espiritualista, artista e comunicadora, é fundadora da Cacauaré, um negócio de impacto que valoriza o cacau nativo de várzea em produtos como nibs, liquor, cacau cerimonial e chocolates. Idealizadora da Casa das Icamiabas, espaço de fortalecimento ancestral e cultural para mulheres da Amazônia, também atua como diretora de impacto e bioeconomia do Açaí Valley, onde impulsiona soluções baseadas na floresta, conecta negócios sustentáveis e fortalece o ecossistema de inovação na Amazônia. Em 2024, foi reconhecida pelo Sebrae como Mulher de Negócios, representando a força e a liderança das mulheres amazônidas.

Gestora e líder em sustentabilidade, com mais de 10 anos de experiência em inovação alimentar, gestão de operações, projetos estratégicos e negócios de impacto socioambiental. Sua trajetória integra vivências no setor privado, consultoria e terceiro setor, sempre com foco no desenvolvimento de soluções que valorizem a sociobiodiversidade, promovam a regeneração dos territórios e fortaleçam cadeias produtivas sustentáveis. Atuou como Assessora de Qualificação no Instituto Conexsus, apoiando empreendimentos da Amazônia e de outros biomas brasileiros no acesso a mercados sustentáveis e na estruturação de cadeias regenerativas. Atualmente, é Diretora de Operações na Mazô Maná, liderando áreas como P&D, produção, logística e atendimento, com foco em eficiência, inovação e práticas empresariais responsáveis. Como fundadora da Xibé, consultoria especializada em alimentos brasileiros, desenvolveu projetos que conectam ingredientes nativos, valor agregado e responsabilidade socioambiental.

Paulo é empreendedor, sócio da Manioca e da Amazonique, indústrias e alimentos e de bebidas, especializadas na biodiversidade da Amazônia. Atua desde 2013 em pesquisas, negócios e projetos ligados à bioeconomia e ao desenvolvimento da Amazônia; é fundador e presidente da Associação dos Negócios de Socio-Bioeconomia da Amazônia e professor convidado do Centro Universitário do Pará-CESUPA, além de mebro do conselho da Conexsus.

Engenheiro químico com mestrado em biotecnologia com ênfase em gestão da inovação na Amazônia (UFAM), MBA em P&D em cosméticos (CONSULFARMA-SP) e MBA em Gestão de negócios (USP). Empreendedor no setor de cosméticos, experiência de desenvolvimento de produtos cosméticos e biotecnológicos com matéria prima amazônica e atualmente gestor de Inovação Aberta e ESG no IDESAM.

Pedro Frizo é Diretor de Operações da Conexsus, onde atua há sete anos desenvolvendo negócios comunitários e de impacto na Amazônia e outros biomas brasileiros. Doutorando em Economia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Economista pela ESALQ/USP. Foi consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para o fortalecimento de organizações comunitárias sustentáveis na Amazônia. Atuou também como pesquisador e consultor em mudanças climáticas pelo IDESAM. Foi membro convidado da Swiss Impact Investing Association (SIIA) em 2019, e atualmente é membro do Conservation Development Lab, da Universidade de Cambridge.

Renato Rebelo é líder da Zôma, geradora de negócios da sociobioeconomia amazônica criada pelo Idesam. Tem mais de uma década de experiência em impacto, inovação e investimentos, com passagens pelo Instituto Votorantim, IDIS e Fundação Brava. Sua atuação é voltada a conectar ciência, comunidades e mercado para valorizar a floresta em pé.

Indígena do Povo Baré, da Região do Alto Rio Negro, no Amazonas. Sandro é Bacharel em Ciências Contábeis, pela Universidade Nilton Lins, ano de 2016, com experiência de mais de vinte anos nas áreas Administrativa, Financeira e Contábil, com destaque para atuação como assistente financeiro, da Associação Saúde Sem Limites (ASSL) em 2001 e assistente administrativo do Instituto de Desenvolvimento de Auto Sustentação das Populações Indígenas (INDASPI) de 2002 a 2004 e como técnico administrativo da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) de 2019 até 2023. Em agosto de 2023 foi indicado pelo Conselho Deliberativo do Podáali para a Diretoria Executiva do Podáali – Fundo Indígena da Amazônia Brasileira, assumindo a função de Diretor Financeiro, em setembro de 2023.

Gestão Ambiental, Técnico Florestal acadêmico de Direito. Atua na ONG Pacto das Águas a mais de 18 anos como Gerente de Projetos, focados em estruturação de cadeias da sociobiodiversidade em Terras Indígenas e Reservas Extrativistas no estado de Rondônia e Mato Grosso, também atua como consultor na empresa Wildlife Works Brasil, coordenado ações no Projeto REDD+ Tenharim Marmelos. Savio tem experiencia com produtos florestais não madeireiros, como castanha-da-amazônia, borracha nativa e açaí. Já gerenciou vários projetos socioambientais apoiados por instituições como BNDES/Fundo Amazônia, Petrobras, USAID e Embaixada da Noruega.

Sissi Alves da Silva é formada em Engenharia Elétrica, com trabalhos de pesquisa na área de Eficiência Energética e Reconhecimento Automático de Fala. É servidora pública da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental. Possui mestrado em Políticas Públicas e Desenvolvimento, focado no mercado de Biocombustíveis. Foi Coordenadora-Geral de Implantação da TV Digital no Brasil, no Ministério das Comunicações, promovendo a articulação com diversas entidades e órgãos do setor, resultando na transição da TV analógica para a TV Digital e na liberação da Faixa de 700 MHz para o 4G. Também coordenou a área de Acessibilidade em Telecomunicações, na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Na Secretaria de Políticas Digitais da Presidência da República, atuou na coordenação de políticas de Educação Midiática.

Taciana de Carvalho Coutinho é doutora em Recursos Naturais pela UFCG, com foco em História Ambiental na Amazônia, e mestre em Genética e Biologia Molecular pela UFRN. Professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), atua no Instituto de Natureza e Cultura de Benjamin Constant, dedicando-se a projetos de pesquisa e extensão que promovem a bioeconomia, a conservação ambiental e o desenvolvimento sustentável na tríplice fronteira Brasil-Peru-Colômbia. Taciana coordena o Parque Científico e Tecnológico do Alto Solimões (PaCTAS), que visa fomentar a inovação e a valorização dos recursos amazônicos. Com experiência em capacitação de professores e divulgação científica, contribui para a inclusão social e o fortalecimento das comunidades locais, alinhando ciência e sustentabilidade para a valorização da região.

Tainah Fagundes, 43 anos, formada em Comunicação com especialização em Marketing, é empreendedora social, comunicadora e gestora cultural, com trajetória dedicada à valorização da sociobioeconomia amazônica. Cofundadora da Da Tribu, marca de moda sustentável que desenvolve biomateriais a partir da borracha nativa, atua no fortalecimento de comunidades extrativistas e na criação de soluções inovadoras que conectam a Amazônia com o mundo. Membro conselheira da ASSOBIO – Associação de Negócios da Sociobioeconomia da Amazônia e do BEFW – Brasil Eco Fashion Week, também participa de iniciativas voltadas ao empreendedorismo social, turismo de base comunitária e sustentabilidade. Sua atuação une cultura, design e impacto, promovendo soluções criativas para os desafios socioambientais da região

A Dra. Schor atua atualmente como Chefe do Grupo de Sociedade Civil no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), onde anteriormente liderou a Unidade de Coordenação da Amazônia e supervisionou o programa regional Amazônia Sempre. Ela é professora associada titular no Departamento de Geografia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), no Brasil, com expertise acadêmica em estruturas de mercado de recursos naturais e urbanização na região amazônica. Sua experiência no setor público inclui atuação como Secretária Executiva da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) do Estado do Amazonas, Coordenadora do Centro Estadual de Unidades de Conservação e Secretária Adjunta de Estado para Planejamento da Produção Rural. A Dra. Schor possui doutorado em Ciências Ambientais, mestrado em Geografia Humana e bacharelado em Economia, todos pela Universidade de São Paulo.

Nascida em uma comunidade quilombola no interior do Pará, Valcleia dos Santos Lima Solidade é uma líder inspiradora e uma defensora incansável do desenvolvimento sustentável e da justiça social. Com uma formação sólida em Gestão Pública e uma especialização em Inovação e Difusão Tecnológica, possui 28 anos de experiência em projetos socioambientais, destacando-se por sua dedicação e impacto significativo nas comunidades da Amazônia. Iniciou sua jornada no renomado Projeto Saúde e Alegria, no Pará, onde seu trabalho foi amplamente reconhecido. Posteriormente, assumiu a coordenação e gestão do Programa Bolsa Floresta (PBF), implementado pela Fundação Amazonas Sustentável (FAS) no estado do Amazonas. Durante sua atuação no PBF, desempenhou funções cruciais de mobilização social, planejamento e implementação de projetos que visam o empoderamento social, a infraestrutura comunitária e o apoio à geração de renda nas comunidades amazônicas. Ao longo de sua carreira, tem sido uma força motriz na promoção do desenvolvimento sustentável e na melhoria da qualidade de vida das populações tradicionais da Amazônia. Sua abordagem holística e inovadora tem proporcionado soluções eficazes para os desafios enfrentados por essas comunidades, sempre com um foco especial na inclusão social e na preservação ambiental. Atualmente, é Superintendente de Desenvolvimento Sustentável de Comunidades (FAS), compõe o conselho consultivo da REMAF (Rede de Mulheres das Águas e da Floresta), onde continua a promover a igualdade de gênero e o fortalecimento das mulheres nas comunidades ribeirinhas e florestais. Além disso, ela integra a Comissão Nacional de Políticas Educacionais para as Juventudes, contribuindo para a formulação de políticas que visam a educação inclusiva e o desenvolvimento integral dos jovens brasileiros.

Zeno Gemaque, 40 anos, natural do Acará, nasceu e cresceu as margens do Rio na comunidade de Acara-açu. Começou sua carreira na agricultura e depois começou a se envolver no comercio de açaí, castanha, e outros produtos da floresta. Em 2012 começou o processamento de castanha e fundou a Zeno Nativo. Em 2019 iniciou a produção de cacau fino nativo de origem atendendo diversas marcas de chocolate. Hoje tem uma marca reconhecida na cidade de Belem no disputado mercado Ver-o-peso com uma das melhores castanhas da região. Atua na gestão, operação e vendas da Zeno Nativo.







